Refletindo sobre depressão com a Dra. Rona Hu

Em conversa com professores e orientadores educacionais do Band, a Dra.Rona Hu, professora da Stanford University, psiquiatra e consultora da série “13 reasons why”, falou sobre depressão entre os jovens. De forma técnica e ilustrativa, a médica explicou a doença e levou os professores à uma reflexão sobre o papel da escola diante da depressão.

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A médica esteve em São Paulo para o evento SDay, organizado pela empresa Student Travel (SD) para discutir a inovação na educação. A partir do interesse da orientadora educacional, Vanessa Passarelli, em convidar a psiquiatra para um encontro no Band visando o aprimoramento das práticas da escola, a SD presenteou o Colégio com a presença de Rona.

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A vinda da psiquiatra ao Colégio representou uma oportunidade para se pensar a respeito da necessidade de se conversar com adolescentes sobre as questões típicas da idade e seus diferentes impactos.

“Precisamos falar sobre o assunto e isso deve ser feito de forma adequada”, disse Beatriz Kohlbach, professora de CPG. A escola deve ser um lugar que, como comunidade, acolhe as singularidades de cada um e proporciona um espaço de expressão.

Rona trouxe a metáfora de que, para alguns jovens, a vida pode ser como uma escada extensível na qual, se você não atingir a próxima barra, simplesmente cai. “É papel da escola pensar, junto ao aluno, em diferentes possibilidades de percurso para se alcançar o topo”, comentou a orientadora Marina Schwarz.

Assim, foram oferecidas orientações práticas para abordar o assunto e estar mais próximo dos alunos. “Alguns jovens têm dificuldade em pedir ajuda porque a entendem como fracasso. É preciso desconstruir essa ideia e legitimar o pedido de auxílio”, completou Marina.

Equipes de ajuda: prontos para enfrentar o bullying

A fim de propiciar uma convivência mais saudável entre os alunos, foram formadas as equipes de ajuda do 6.o ano e da turma de alunos novos do 7.o ano do Ensino Fundamental. A formação aconteceu num sábado quando, a partir de dinâmicas e diálogos, sobre convivência, empatia e valores morais como solidariedade, justiça e respeito, os alunos foram capacitados para atuar em situações nas quais percebam a ocorrência de bullying, exclusão ou isolamento na escola.

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Durante o 2.o bimestre, os temas das aulas de CPG para 6.os anos e para a turma do 7.o ano novo, foram o bullying e cyberbullying e, consequentemente, foi realizada a votação dos alunos para as equipes de ajuda. Para isso, os professores fizeram perguntas como “em quem você confiaria um segredo?” ou “quais são as características de uma pessoa confiável?”. Todos indicaram nomes de colegas da turma e, aqueles que aceitaram, foram selecionados para compor as equipes de ajuda. Cada sala conta com uma equipe composta por três alunos. O colégio já tem equipes de ajuda nos 7.os e 9.os anos que, agora, podem contar também com a parceria dos colegas do 6.os anos.

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A equipe de ajuda tem a função de identificar entre os alunos aqueles que possam estar envolvidos em problemas ou situações de conflitos, além de situações que causem algum problema para o ambiente escolar. Os alunos membros podem intervir diretamente em alguns casos ou leva-los para a orientação já que há reuniões a cada quinze dias com as Orientadoras Lúcia Maiochi e Soraia Silva.

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Na formação foram aprendidas técnicas como a da aproximação, escuta ativa e enfrentamento de conflito. “Aprendi que é preciso nunca se achar superior ao outro e, sim, se colocar no lugar dele para poder ajuda-lo”, disse Rafael Serson, aluno do 6.o ano do Ensino Fundamental. “É importante ajudar a pessoa a saber como lidar com problemas porque não estaremos sempre lá para ajuda-los”, acrescentou Esther Linero, também aluna do 6.o ano.

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No sábado de formação estiveram presentes Lúcia Maiochi, Orientadora Educacional e professora de CPG; Estela Zanini, Coordenadora de CPG; as professoras Daiana Silva, Melissa Norcia e Ana Paula Zanini; Cristina Rebelo, assistente de CPG;  e Raul Alves e Luciana Zobel, representantes do GEPEM – Grupo de estudos e pesquisas em Educação Moral – da Unesp e Unicamp.

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O colégio já tem equipes de ajuda nos 7.os e 9.os anos do Ensino Fundamental. Agora, os alunos podem contar também com a parceria dos colegas de 6.os anos. Os membros de todas as equipes identificam-se pelo uso de uma pulseira azul.

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“Ter o olhar dos alunos nesse assunto é fundamental, eles são os protagonistas. Para os membros da equipe de ajuda é um ganho muito importante no desenvolvimento de habilidades socioemocionais”, comentou a Orientadora Educacional, Lúcia Maiochi. “Todos os alunos se mostraram altamente preocupados em exercer as funções de um aluno ajudante, se preocupando com os colegas, desenvolvendo a assertividade na linguagem, uma escuta ativa e empática, bem como valores de generosidade e respeito ao próximo”, concluiu Raul Alves.

Série “13 reasons why” é tema em palestra para pais.

Diante das polêmicas geradas em torno da série da Netflix 13 reasons why, a coordenadoria de CPG, Estela Zanini, organizou uma palestra para pais de alunos dos 8.os e 9.os anos para, junto a psicóloga Renata Tabith, discutir e pensar de forma saudável os temas levantados pela série.

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“13 reasons why” trata do suicídio da adolescente Hanna Baker que, antes de cometer o ato, grava 13 fitas explicando os motivos que a levaram a acabar com a própria vida. Além disso, assuntos como estupro, bullying, abuso sexual, falta de diálogo e desrespeito ao gênero também são abordados na série.

psicóloga Renata Tabith

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Na palestra, a psicóloga Renata Tabith associou muitos momentos do dia-a-dia, tanto dos pais quantos dos adolescentes, com cenas da trama. Dessa forma, a discussão girou em torno da forma como os pais podem se aproximar, dialogar e ajudar os filhos a passar por problemas e inseguranças típicas da idade.

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“O intuito da palestra era gerar um movimento de educação e promoção do diálogo. Isso porque a melhor forma de acompanhar o que está acontecendo na vida dos estudantes é mantendo uma escuta sempre ativa e estar sempre disponível para uma conversa”, explicou a Coordenadora de CPG, Maria Estela Benedetti Zanini.

“A reunião nos mostrou os pontos positivos a serem valorizados no diálogo entre pais e filhos e consolidou uma relação com o Colégio de aconchego e confiança na criação de seres humanos tão especiais para nós. É muito importante que a escola e os pais se unam para refletir e colaborar com o crescimento dos nossos filhos”,  acredita Luciana Ázar Abdou, mãe do aluno do 9.o.ano Rodrigo Ázar Abdou, que acompanhou a palestra.

Para saber mais sobre os assuntos levantados na série, confira o texto publicado no blog de CPG 13 Reasons Why – algumas reflexões.

Band participa de seminário sobre convivência ética

Para discutir diferentes pesquisas e apresentar práticas sobre questões de convivência em escolas, o Bandeirantes foi convidado para participar do “Seminário Internacional: em busca da qualidade do clima e da convivência ética na escola 2017”.  O evento aconteceu nos dias 9 e 10 de março na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Professores, coordenadores, orientadores e alunos do Colégio estiveram presentes nas mais diversas palestras e conferências.

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Dentro do evento, quatorze integrantes das Equipes de Ajuda e a Orientadora Educacional do 9o ano, Marina Schwarz, participaram do “1o encontro nacional das Equipes de Ajuda”. Partindo do tema “o que muda quando somos da Equipe de Ajuda?”, os alunos comentaram a respeito de algumas das resistências que enfrentam diariamente e como fazem para aprimorar as relações entre os colegas.

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“Na minha concepção, o mais interessante é que os alunos deixam claro que não é preciso ser da Equipe de Ajuda para que você se solidarize e transforme a escola em um ambiente mais harmônico e amistoso”, comentou Marina.

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A Coordenadora de CPG (Convivência em Processo de Grupo), Maria Estela Zanini, participou de uma mesa redonda com a apresentação do tema “A implantação das rodas de diálogo no Colégio Bandeirantes: o desafio de uma proposta”. “Ouvir como outras escolas estão iniciando o trabalho com as rodas de diálogo e trocar experiências com os educadores presentes foi muito importante para pensarmos em melhorar cada vez mais o trabalho desenvolvido no Band”, ressaltou a coordenadora.

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Carolina Marques, Orientadora Educacional dos oitavos anos acompanhou, como colaboradora, o professor de Harvard Robert L. Selman, orientador do seu doutorado em Harvard. A sua apresentação no Seminário foi sobre como as histórias de ficção (contadas através de livros) e suas adaptações cinematográficas (de Hollywood) podem ser utilizadas para educar os jovens ética e moralmente.

Marília Pelissari, professora de Espanhol, também compareceu ao evento que contou com a palestra do idealizador da metodologia das Equipes de Ajuda, José Avilés. Em sua apresentação, mostrou alguns dos depoimentos sobre as atuações dessas equipes na Espanha.

Além disso, representantes da GEPEM – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral, da Unesp e Unicamp, ensinaram algumas técnicas de linguagem descritiva, com o objetivo de auxiliar os alunos durante as abordagens. A especialista em Direito Digital e parceira do Bandeirantes, Cristina Sleiman, ainda comentou a respeito das complicações jurídicas que o bullying e cyberbullying podem causar ao agressor.

Pais participam de reunião sobre Bullying

Pais dos alunos de 6.os e 8.os anos, interessados em conhecer o trabalho de prevenção ao bullying, cyberbullying e formação das equipes de ajuda do Band, foram convidados a participar de uma reunião na biblioteca do Colégio, que contou com a presença de especialistas e orientadores educacionais.

Professora Luciene Tognetta

Professora Luciene Tognetta

A professora da Unesp, Luciene Tognetta, apresentou o trabalho de formação das equipes de ajuda, como uma das propostas que contribui para a prevenção ao bullying e cyberbullying. Os alunos que formam as equipes de ajuda foram escolhidos pelos colegas de classe, a partir do critério da confiança, e passaram por um processo de capacitação a fim de aprender algumas estratégias para tratar questões de convivência no espaço escolar. Esse modelo já é bastante utilizado na Espanha. Além disso, Luciene também falou sobre as relações familiares e como elas contribuem para o desenvolvimento de uma criança que se torne ator/vítima de agressões ou que tenha um comportamento mais respeitoso e assertivo.

Dr.a Cristina Sleiman

Dr.a Cristina Sleiman

A advogada, especialista em direito digital, Cristina Sleiman, trouxe ao diálogo aspectos legais do bullying e cyberbullying e apresentou o trabalho de ética e cidadania digital desenvolvido no Bandeirantes, em parceria com o curso de CPG.

Coordenadora de CPG, Maria Estela Zanini.

Coordenadora de CPG, Maria Estela Zanini

“Os pais teceram muitos comentários positivos ao final das reuniões. É importante que eles saibam que valorizamos a convivência ética e respeitosa e trabalhamos em prol de relações saudáveis”, contou a coordenadora de CPG (Convivência em Processo de Grupo), Maria Estela Zanini.

Orientadora Educacional, Vera Malato

Orientadora Educacional, Vera Malato

“Esta iniciativa do Band foi maravilhosa, pois é extremamente importante que os pais compreendam a complexidade das intimidações e agressões. As profissionais foram muito esclarecedoras em todas os pontos que foram expostos.”, finalizou Erica Maria de Antônio, mãe da aluna Beatriz de Antônio, do 8.o ano.

Equipes de Ajuda ajudam na convivência no espaço escolar

Alunos dos 6.os e 8.os anos participaram do processo de formação das Equipes de Ajuda – grupos de alunos capacitados para tratar das questões de convivência no espaço escolar.

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O grupo é composto por quarenta alunos que foram selecionados pelos colegas de sala, com base no critério da “confiança”. O processo de formação foi realizado pelo GEPEM –  Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral, da Unesp e Unicamp, e organizado pelas equipes de CPG e OE do Band. Nos encontros foram abordados temas como as técnicas de comunicação, as etapas da relação de ajuda, estratégias para resolução de situações de conflitos, entre outros.

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O trabalho realizado pelas Equipes de Ajuda apresenta-se como uma das estratégias usadas pela escola no desenvolvimento da empatia e de valores morais como a solidariedade, a justiça e o respeito entre os adolescentes.

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Segundo Luciene Tognetta, professora da Unesp, esse trabalho, que faz parte de um projeto mais amplo sobre a convivência ética na escola, permite que os jovens se tornem protagonistas nas questões de convivência. “Os alunos que possam estar envolvidos em problemas ou situações de conflitos dispõem de um referencial próximo de si, os iguais, que lhes proporcionam instrumentos de descompressão desses problemas”.

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Esse trabalho foi pensado pelo psicólogo José Maria Avilés Martínez e já é desenvolvido, com sucesso, em escolas da Espanha.

“O fato de os alunos terem sido selecionados por outros estudantes da mesma sala, com certeza, legitima o grupo. Além disso, é importante exaltar a grande disposição que todos demonstraram para aprimorarem as habilidades de escuta ativa, empatia, companheirismo e confidencialidade”, comentou a Coordenadora de CPG, Maria Estela Zanini.

Confira abaixo o vídeo do José Avilés:

Confira abaixo o agradecimento da equipe de ajuda ao vídeo de José Avilés:

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Alunos discutem temas de interesse em rodas de diálogos

Um espaço para os alunos discutirem pautas escolhidas por eles para melhorar o ainda mais o ambiente na sala de aula e na escola como um todo. Esta é a proposta das Rodas de Diálogo, implementadas a partir de uma parceria entre a equipe de Orientação Educacional e CPG (Convivência em Processo de Grupo).

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Realizadas com os estudantes desde o 6.o ano até a 1.a série, as reuniões acontecem 2 vezes por bimestre durante as aulas de CPG. A turma inteira se posiciona em relação a um tema já estabelecido por eles antes do encontro e dois professores fazem o papel de mediadores, garantindo que todos participem e expressem suas opiniões.

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“É um grande desafio para o professor, porque cada sala é uma roda totalmente diferente. O mediador tem que ter uma escuta sensível para poder levá-los à reflexão”, afirmou Estela Zanini, Coordenadora de CPG. “O exercício de sentar, ouvir, falar e argumentar é muito importante para dar o encaminhamento para uma situação de conflito”, completou.

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“O processo foi muito interessante, mesmo os mais novos souberam desenvolver argumentos sobre alguma questão que os incomodava”, comentou Caroline de Aragão Escher Marques, da Orientação Educacional. “É muito enriquecedor tanto para alunos, quanto para professores. Eles se tornam mais tolerantes ao diferente e respeitam mais uns aos outros, isso é um grande ganho”, acrescentou.

Para aplacar a ansiedade

Com a primeira semana de provas do ano se aproximando, a Orientação Educacional realizou atividades com os alunos de 6.o ano para diminuir a ansiedade deste período.

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Como parte das ações desenvolvidas, os estudantes trocaram lápis personalizados e com a inscrição de “boas provas”. “Os próprios alunos entregavam o lápis uns aos outros e desejavam sorte e uma boa avaliação, criando um clima de acolhimento”, contou a Orientadora Lúcia Costa Maiochi. “Todo mundo na minha sala ficou muito feliz com essa iniciativa. Eu gostei muito que o Colégio teve essa preocupação de fazer a gente se sentir melhor com as provas”, declarou Gabriel Eduardo Osna Helman.

Orientadora Educacional Lucia

Orientadora Lúcia

Além disso, a Orientação também fez uma atividade lúdica para os alunos lidarem melhor com os sentimentos na hora da prova. “Nós usamos a ‘caixa das emoções’, em que eles anotavam o que sentiam de negativo em relação às provas e colocavam na caixa. A caixa foi então fechada. Os alunos vibraram por terem deixado a negatividade longe”, explicou Lúcia. “ Para mim foi muito bom porque esse exercício isola os sentimentos ruins; agora eu estou mais calma com as provas”, comentou a estudante Julia Colla Maradei.

Para o aluno Henrique Urbano Ruiz, todas as iniciativas o fizeram se sentir mais calmo e preparado para a semana de provas. “O nosso objetivo é exatamente trabalhar as emoções para eles lidarem com essa nova etapa da vida: não só o modo das avaliações do Band, mas também a mudança de Colégio e a transição do Fundamental I para o II ”, completou Lúcia.

Reflexões sobre a adolescência: trabalhos expostos na biblioteca 

IMG_9568Sucesso, Beleza, Carreira, Escolhas. Palavras como essas e inúmeras composições de imagens estamparam as mesas da biblioteca na volta às aulas. O motivo? Uma exposição do trabalho de CPG realizado com os alunos do 8.o ano, com temas relacionados aos medos e fantasias do adolescente do Bandeirantes.

Durante o primeiro semestre do ano, foram realizadas diversas discussões sobre a adolescência, seus desafios e motivações. Como produto final do semestre, os alunos criaram montagens que representaram aspectos abordados.

A proposta feita aos estudantes foi de se expressar por meio de montagens com recortes de revistas e colagens. Além disso, algumas frases das discussões do semestre também compuseram a mostra.IMG_9569Os professores Cláudia Cristina Sacardo, Estela Zanini, Marina Schwarz e Waldir Hernandes, decidiram colocar em exposiçāo as produções dos alunos no começo do 2o semestre. “Os trabalhos estão ali como uma forma de reflexão para as pessoas que visitam a biblioteca”, declarou o professor Waldir.

IMG_9571O trabalho fez parte das diversas estratégias elaboradas pela equipe de CPG para que os adolescentes tenham um espaço de reflexão sobre temas relacionados a esse período da vida e assim, possam lidar com as mudanças que acontecem nessa fase.

Livro “Álcool e Drogas na Adolescência” é lançado no Band

O livro Álcool e Drogas na Adolescência: Um guia para pais e professores, escrito pela psicóloga Ilana Pinsky e pelo Orientador Educacional Cesar Pazinatto, foi lançado no Bandeirantes em duas palestras para pais e educadores.

Professora Estela e a psicóloga Ilana

Professora Estela Zanini e a psicóloga Ilana Pinsky

A publicação, que ainda conta com a colaboração da Coordenadora de CPG (Convivência  em Processo de Grupo), Estela Zanini, traz informações e práticas sobre como tratar a questão das drogas e das bebidas alcoólicas com os jovens.

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A obra consiste em 28 perguntas frequentes sobre como lidar com o assunto com os adolescentes, além de práticas realizadas em CPG.

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Cesar Pazinatto afirmou a intenção do livro é dividir com as pessoas estas indagações e a experiência do Band. “As aulas do CPG sobre prevenção de drogas e sexualidade sempre foram referência entre as escolas. É um trabalho muito conceituado”, explicou o coautor.

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A coordenadora Estela escreveu o prefácio e uma parte do livro destinada a explicar as experiências dos alunos com o CPG, implantado nas salas de aula desde 1992. “Buscamos inserir no livro atividades, desde dinâmicas até filmes, já feitas nas aulas de CPG para servir de inspiração para uma conversa entre pais e filhos”, contou.

Estela explicou que a importância de trazer o lançamento do livro é a de aproximar o Colégio da família dos alunos. Ana Lepsch, mãe de aluno, acredita que é fundamental que o Band traga este tipo de discussão para o Colégio. “Nossos filhos passam muito tempo na escola, por isso os professores sabem muito mais sobre a convivência deles com os colegas”, comentou.