Beber pesado prejudica o sistema imunológico

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Mais uma dica do The Prevention Hub e do Science Daily.
Mais problemas relacionados ao beber pesado.Há muito se sabe que o consumo pesado de álcool interfere no desenvolvimento e comportamento do adolescente.  Os efeitos no cérebro são amplamente estudado.
Detalhes sobre as consequências ao sistema imunológico ainda demandam mais estudos.
Pesquisas mostram que beber em excesso não só aumenta a probabilidade de lesões, como quedas, queimaduras e acidentes de carro, mas também afeta negativamente processo de cura natural do corpo e aumenta o risco de infecções e perda de sangue. Este novo estudo descobriu que o “binge drinking” pode afetar substancialmente o sistema imunológico. Testes realizados de duas a cinco horas após o consumo excessivo de álcool mostraram que a atividade do sistema imunológico tinha caído para níveis mais baixos do que quando o jovem estava sóbrio.
Clique na imagem abaixo para ter acesso ao abstract.

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“Contato constante dos pais com os filhos pode evitar que eles se envolvam com álcool e drogas”

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Dra. Ilana Pinsky

Entrevista na Rádio CBN com Ilana Pinsky, psicóloga formada pela USP, doutora em Psicologia Médica pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutora pelo Robert Wood Johnson Medical School, nos EUA.
Ilana é co-autora do livro “Álcool e drogas na adolescência: um guia para pais e educadores da Editora Contexto.

Você ouve a entrevista aqui.

 

 

 

 

Praticar esportes reduz o risco de consumo de álcool entre os jovens

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Adolescentes que praticam exercícios regularmente têm menor probabilidade de se envolver no consumo abusivo de bebida alcoólica. O estudo comparou os níveis de exercício e o comportamento de beber de dois diferentes grupos de adolescentes: adultos jovens que, ou foram expulsos da escola ou se envolveram em atividades criminosas e um grupo de não-infratores. Os primeiros eram menos propensos a participar de esportes coletivos e abusavam do consumo de álcool. Os jovens adultos que começaram a práticar de esportes durante o estudo relataram beber menos. Este estudo destaca a importância de programas de prevenção e intervenção que incorporem a atividade física. 

A dica veio do Prevention Hub.

Adolescentes, mídias sociais e privacidade

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Reproduzimos aqui mais uma interessante pesquisa do Pew Research Center ligado a Universidade de Harvard.

No projeto Pew Internet & American Life, eles têm se especializado em divulgar estudos que mostram e avaliam o comportamento das pessoas no mundo virtual. Assinando a newsletter você recebe informações assim que sai um novo.

Em novembro do ano passado eles publicaram Parents, Teens, and Online Privacy que pode ajudar muito aos pais que ainda resistem em acompanhar a vida online dos filhos, por desinteresse ou desconhecimento.

A última, intitulada “Teens, Social Media, and Privacy”, foi conduzida por Mary Madden e sua equipe e traz um panorama muito interessante da relação entre os jovens e as redes sociais.

As duas mostram a realidade americana, mas em termos de presença online, uma situação muito parecida com a nossa.

Entre julho e setembro de 2012, por telefone fixo e celular, foram ouvidos 802 adolescentes entre 12 e 17 anos e o mesmo número de pais. Grupos focais com jovens no início de 2013 ajudaram a reforçar alguns achados da pesquisa.

Talvez sem muita novidade – principalmente para quem convive com adolescentes – descobriu-se que os jovens compartilham muito mais informações hoje do que em 2006, ano do primeiro estudo sobre esse assunto desenvolvido pelo mesmo grupo.

Mais da metade dos usuários do Facebook ouvidos pelos pesquisadores mantêm seu perfil privado, permitindo apenas a visualização dos amigos. Além disso, têm extrema confiança nas suas habilidades em manejar as configurações de privacidade.

Apenas 8% dos jovens pesquisados descreveram esse processo como “muito difícil”.

Outras informações valem o destaque:

  • 91% compartilham a própria foto. Em 2006, 79% faziam a mesma coisa.
  • 71% divulgam o nome da escola e a cidade onde vivem.
  • 53% informam o e-mail pessoal.
  • 20% não se importam em divulgar o próprio número de telefone celular. 2% faziam isso no estudo desenvolvido 7 anos antes.
  • Em média os adolescentes possuem 300 amigos no Facebook e 79 seguidores no Twitter.
  • 70% das garotas mantêm seu perfil privado, contra 50% dos garotos.
  • 20% dos garotos têm um perfil completamente público. Entre as garotas apenas 8% têm esse hábito.
  • Apenas 9% dos entrevistados demonstram preocupação com informações pessoais compartilhadas com amigos dos amigos.
  • Um em cada seis jovens que estão online disseram ter recebido pedidos de contato de pessoas desconhecidas.
  • Um em cada três foi exposto a uma propaganda inadequada para sua idade quando está online.

Abaixo você pode ver alguns gráficos com resultados da pesquisa.

Aqui você acessa o relatório completo.

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Seu sono como está?

Interessante o artigo abaixo que foi publicado no blog sobre educação Porvir no último dia 2 de maio.

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Vale a leitura e a reflexão, seja o leitor adolescente, pai ou mãe.

Principalmente nesse momento em que, após os resultados do primeiro bimestre, muitos alunos têm procurado a Orientação Educacional para reorganizar suas estratégias de estudo.

Os especialistas citados a partir de um texto original da Revista New Scientist deixam claro que dormir mais e ou melhor é fundamental para os jovens obterem mais sucesso em sua longa jornada escolar.

E você? Tem dormido o suficiente?

Aproveite a leitura.

 

Por que os adolescentes precisam dormir mais?

por Patrícia Gomes do porvir

Quem nunca, no tempo de escola, sentiu um sono incontrolável durante aquela aula de química? A verdade é que os olhinhos pesados dos adolescentes têm relação com as distrações do mundo moderno e com o hábito de ir para cama cada vez mais tarde. Mas, conforme defendeu o neurocientista Russel Foster, professor da Universidade desono 2 Oxford, em recente artigo na New Scientist, pesquisas comprovam que os jovens precisam de mais tempo de sono que os adultos para se recomporem. A discussão é tão grande no Reino Unido e nos EUA que algumas escolas têm postergado o início de suas atividades para mais tarde na manhã e têm conseguido que seus alunos tenham melhores resultados acadêmicos.

Um dos exemplos mais recentes foi o da UCL Academy, em Londres, uma escola que abriu em setembro passado já com a proposta de começar as aulas às 10h, em vez do horário tradicional, entre 7h e 9h – foi até chamada de “A Escola dos Sonhos” na imprensa local, por deixar os alunos dormirem. A justificativa dada pelos responsáveis da escola, na época do lançamento, é que o horário respeita as necessidades de sono dos adolescentes. Nos EUA, que adota horários diferentes para a entrada dos alunos, uma pesquisa da Universidade de Minessota mostrou que alunos que entram mais tarde têm resultado melhor, frequentam mais as aulas, cochilam menos e se sentem menos deprimidos.

Os resultados, explica Russel, têm a ver com a própria biologia humana. “As horas do sono humana, como a de outros mamíferos, mudam conforme a idade. Assim que a puberdade começa, a hora de dormir e acordar fica mais tarde”, afirma o pesquisador, que ressalta que essa tendência continua até os 19,5 para as mulheres e 21 para os homens. “Na média, isso significa que, para um adolescente, o despertador às 7h é o mesmo que às 5h para uma pessoa aos 50”, afirma. Os motivos para essa mudança, diz ele, não estão muito claros, mas se relacionam com as com alterações hormonais da puberdade e com o declínio nos hormônios à medida que o tempo passa.

Russel cita ainda um estudo da pesquisadora Mary Carskadon, da Brown University (Rhode Island), pioneira na análise dos sonos dos adolescentes. A professora afirma que os jovens precisam de 9 horas de sono por noite para manter o grau de alerta necessário para um dia de estudo, ao passo que é muito normal que eles durmam apenas 5 horas por noite. Entender a fisiologia dos jovens pode ajudá-los a terem melhores resultados na escola, garante o neurocientista, mas que também dá um alerta. “Apenas começar a aula mais tarde não é suficiente. A sociedade em geral, e jovens em particular, precisam começar a pensar no sono como algo sério.”

“Dormir não é um luxo nem um castigo, mas uma necessidade biológica fundamental, que envolve criatividade, produtividade, humor e a habilidade de interagir com os outros”.

Isso porque biologia é só parte do problema. O uso das tais distrações do mundo moderno mencionadas no início da matéria – como TV, DVD, computador, videogame e celulares – pouco antes de dormir faz com que as pessoas prolonguem seu estado de alerta e demorem mais a cair no sono. Com um sono de pior qualidade, as pessoas tendem a ter problemas de concentração e memória, estresse, impulsividade, falta de empatia e de senso de humor, enumera o especialista.

sono3Talvez de uma forma menos óbvia, completa Russel, a perda de sono é associada a mudanças metabólicas. “Pesquisas têm mostrado que a regulação de glicose no sangue foi muito prejudicada em jovens que dormiam até 4 horas por noite por seis noites seguidas. Nesses casos, o nível de insulina comparável com estágios iniciais de diabetes”, afirmou. Como se não bastasse, a privação do sono também está associada a obesidade e hipertensão. “Dormir não é um luxo nem um castigo, mas uma necessidade biológica fundamental, que envolve criatividade, produtividade, humor e a habilidade de interagir com os outros”, completa o neurocientista.

Orientação Educacional

Adolescência em palavras, um novo olhar

adolescência em palavras

Em 2012, foi feita pela primeira vez. No planejamento para 2013, ela permaneceu.

A certeza que a atividade com o Wordle deveria ser repetida com os 8ºs anos vinha justamente da boa repercussão que ela teve entre os alunos e das análises possíveis a partir do resultado.

Salas de aula têm dinâmicas muito particulares, dificilmente se repetem e, segundo alguns professores, é justamente nisso que resiste sua disposição em manter-se dentro de uma delas.

Atividades como “Adolescência em palavras” só ajudam a reforçar essa ideia.

Propostas iguais resultados diferentes.

Durante as aulas semanais de CPG buscamos estimular em nossos alunos a autorreflexão e a percepção de que ele pode ser ouvido em um momento de muitas e, por vezes, incompreensíveis mudanças.

Novas e “definitivas” verdades, incertezas, arrojo, novas paixões e desejos. Tudo ao mesmo tempo.

Como dominar todos esses sentimentos? Como ajudá-los a enfrentar essa etapa?

O desafio: uma única palavra deveria tentar definir sentimentos, ajudar a encontrar respostas ou representar esse novo período da vida dos nossos alunos.

O Wordle embaralhou as palavras digitadas, destacou as que mais apareceram e no final mostrou imagens bem diferentes do ano anterior. Aspectos da puberdade muito comuns em 2012, foram deixados de lado e substituídos por questões de relacionamento, amizade e tecnologia

Mesmo sabendo que isso era possível, não podemos negar alguma surpresa.

Abaixo você confere os resultados. Clique na imagem para ampliar.

8G

8G

8F turma 2

8F turma 2

8F turma 1

8F turma 1

8E turma 2

8E turma 2

8E turma 1

8E turma 1

8D turma 2

8D turma 2

8D turma 1

8D turma 1

8C turma 2

8C turma 2

8C turma 1

8C turma 1

8B turma 2

8B turma 2

8B turma 1

8B turma 1

8A turma 2

8A turma 2

8A turma 1

8A turma 1

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CP 1

Para finalizar essa atividade, resolvemos propor uma “técnica antiga” para algumas classes. Distribuímos revistas, tesoura, cola e cartolina e os desafiamos a produzir um cartaz que, com imagens, complementasse a atividade com o Wordle.

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Cartazes CP 1 e 8E

Cartazes 8B, 8C e Cp1

Cartazes 8B e 8C

Se quiser ver os resultados de 2012, clique aqui.

Campanhas de prevenção 9.os anos 2012

As campanhas de prevenção dos 9.os anos/2012 representam uma reflexão criativa das informações a respeito das drogas e seus males. A produção dos alunos encerra o tema “drogas”, desenvolvido ao longo do curso de CPG do Ensino Fundamental. Os trabalhos propõem uma conscientização, sem deixar de lado o humor e a sensibilidade. Vale a pena vê-los.

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Fumo entre adolescentes

Quer prevenir o tabagismo entre adolescentes? Entenda por que eles fumam e como falar com seu filho adolescente sobre cigarros.

Fonte: Clínica Mayo e Blog da ACTbr(Aliança de Controle do Tabagismo)

Dez maneiras de ajudar o adolescente a manter-se longe do cigarro

1: Entenda a atração exercida pelo cigarro

O fumo entre adolescentes pode ser uma forma de rebeldia ou um modo de se sentir parte de um determinado grupo de amigos. Alguns adolescentes acendem o cigarro na tentativa de perder peso ou de se sentir melhor consigo mesmos. Outros fumam para parecer moderno, atual ou independente. Pergunte ao adolescente como ele(a) se sente sobre o tabagismo e se algum de seus amigos fumam. Reconheça as boas escolhas e fale sobre as consequências das más escolhas. Você também pode falar sobre como as empresas de tabaco tentam influenciar o modo como se vê o tabagismo – por exemplo, mostrando o fumo em filmes de forma atraente ou glamourosa, para criar a percepção de que fumar seria fascinante.

2: Diga não ao fumo entre adolescentes

Você pode sentir que o adolescente não ouve uma palavra que você diz, mas diga assim mesmo. Diga a seu filho adolescente que não é permitido fumar. Sua desaprovação pode ter mais impacto do que você pensa. Adolescentes cujos pais demonstram de forma clara suas restrições ao tabagismo na adolescência tendem a fumar menos do que aqueles cujos pais não estabelecem limites. O mesmo acontece no caso dos adolescentes que se sentem mais próximos de seus pais.

3: Dê um bom exemplo

O tabagismo é mais comum entre adolescentes cujos pais fumam. Se você não fuma, mantenha-se assim. Se você fuma, pare – agora. Quanto mais cedo você parar de fumar, menor a probabilidade de seu filho adolescente tornar-se um fumante. Pergunte ao seu médico sobre as formas de parar de fumar. Enquanto isso, não fume em casa, no carro ou na frente de seu filho adolescente, e não deixe os cigarros onde ele(a) possa encontrá-los. Explique o quão insatisfeito ou infeliz se sente por fumar, como é difícil parar e que você vai continuar tentando até largar o cigarro para sempre.

4: Apelo à vaidade

Fumar não é glamouroso. Lembre que fumar é sujo e malcheiroso. Fumar dá mau hálito e rugas. Faz as roupas e cabelo ficarem cheirando a cigarro, e os dentes ficam amarelados. Fumar pode provocar uma tosse crônica e menos energia para praticar esportes e outras atividades agradáveis.

5: Faça as contas

Fumar é caro. Ajude o adolescente a calcular o custo semanal, mensal ou anual de fumar um maço por dia. Compare o custo de fumar com o preço de aparelhos eletrônicos, roupas ou outros itens de interesse dele(a).

6: Considere a pressão dos colegas

Amigos que fumam podem ser convincentes, mas você pode ajudar o adolescente a lidar com situações sociais difíceis e discutir como recusar a oferta de cigarros. Pode ser algo tão simples como dizer: “Não, obrigado, eu não fumo.” Quanto mais o adolescente pratica esta recusa básica, maior a probalidade de dizer não no momento da verdade.

7: Leve a dependência a sério

A maioria dos adolescentes acredita que podem parar de fumar a qualquer hora. No entanto, adolescentes podem tornar-se tão dependentes do tabaco quanto os adultos – muitas vezes rapidamente e com doses relativamente baixas de nicotina. Uma vez dependente, é difícil parar de fumar.

8: Fale sobre o futuro

Adolescentes tendem a achar que coisas ruins só acontecem com os outros. Explique as consequências do tabagismo a longo prazo – como o câncer, ataque cardíaco

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e acidente vascular cerebral (derrame). Mencione exemplos de conhecidos, familiares ou celebridades que ficaram doentes por causa do fumo.

9: Pense além dos cigarros

Tabaco sem fumaça, cigarros de cravo ou com sabor doce às vezes são confundidos como menos prejudiciais ou viciantes do que os cigarros tradicionais. O narguilé (fumar tabaco através de uma tubulação de água) é também por vezes apresentado como seguro. Não deixe o adolescente ser enganado. Como os cigarros tradicionais, estes produtos são viciantes e podem causar câncer e outros problemas de saúde. Muitos têm concentrações até mais elevadas de nicotina, alcatrão e monóxido de carbono.

10: Participe

Tenha uma postura ativa contra o tabagismo na adolescência. Participe de campanhas anti-tabagismo na escola, apóie esforços para tornar os lugares públicos livres de fumo e o aumento de impostos sobre os produtos de tabaco, que são medidas que podem ajudar a reduzir as chances do adolescente tornar-se um fumante.

Caso o adolescente já tenha começado a fumar, evite ameaças ou ultimatos. Em vez disso, tente descobrir por que seu filho adolescente fuma – e discutir formas de ajudá-lo. Evitar fumar ou cessar o tabagismo é uma das melhores coisas que o adolescente pode fazer por sua vida e sua saúde.

“Prá que álcool se tem brigadeiro???”

Intrigado com o título?

A pergunta/provocação surgiu da imaginação de nossos alunos durante o trabalho desenvolvido nas aulas de CPG.

O curso do 7.o ano, no primeiro semestre, tem como tema central a formação da personalidade.  Assim, durante as aulas, os alunos discutiram sobre os principais fatores que influenciam sua formação, entre eles, a mídia, os amigos, a família e a escola.

Como trabalho de encerramento do segundo bimestre, os alunos foram estimulados a usar a criatividade para produzir frases e cartazes visando promover uma adolescência saudável. O público alvo do trabalho são os jovens da cidade de São Paulo.

Confira abaixo alguns resultados dessas aulas.