Alunos discutem temas de interesse em rodas de diálogos

Um espaço para os alunos discutirem pautas escolhidas por eles para melhorar o ainda mais o ambiente na sala de aula e na escola como um todo. Esta é a proposta das Rodas de Diálogo, implementadas a partir de uma parceria entre a equipe de Orientação Educacional e CPG (Convivência em Processo de Grupo).

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Realizadas com os estudantes desde o 6.o ano até a 1.a série, as reuniões acontecem 2 vezes por bimestre durante as aulas de CPG. A turma inteira se posiciona em relação a um tema já estabelecido por eles antes do encontro e dois professores fazem o papel de mediadores, garantindo que todos participem e expressem suas opiniões.

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“É um grande desafio para o professor, porque cada sala é uma roda totalmente diferente. O mediador tem que ter uma escuta sensível para poder levá-los à reflexão”, afirmou Estela Zanini, Coordenadora de CPG. “O exercício de sentar, ouvir, falar e argumentar é muito importante para dar o encaminhamento para uma situação de conflito”, completou.

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“O processo foi muito interessante, mesmo os mais novos souberam desenvolver argumentos sobre alguma questão que os incomodava”, comentou Caroline de Aragão Escher Marques, da Orientação Educacional. “É muito enriquecedor tanto para alunos, quanto para professores. Eles se tornam mais tolerantes ao diferente e respeitam mais uns aos outros, isso é um grande ganho”, acrescentou.

A leveza e a alegria na Educação Sexual

Mary Neide Damico Figueiró

Trabalhar com Educação Sexual é um desafio que exige constante capacitação para lidar com os temas da sexualidade e também com as pessoas e seus valores e sentimentos. Assim, para o educador aprofundar-se nesses temas, não bastam leituras ou informações científicas; o educador deve  também refletir sobre si mesmo, sobre o mundo e seus valores. Aparentemente questionar tabus, conceitos e comportamentos parece ser tarefa difícil, penosa, porém o minicurso da Educadora Sexual, Mary Neide Damico Figueiró, da Universidade Estadual de Londrina, provou que é possível lidar com temas árduos de forma delicada e leve, sem perder o sentido da seriedade necessária à capacitação do educador.

No último dia 19 de maio, o grupo de CPG passou por uma capacitação com a Dra. Mary Neide e pôde reciclar informações, refletir sobre seu trabalho a partir de contribuições teóricas e também de atividades lúdicas e poéticas. Dessa forma o grupo reafirmou a importância da educação sexual, não apenas na escola, como também na vida. Dentre os muitos ganhos do minicurso, a palestrante brindou o grupo com poemas da poetisa paranaense, Helena Kolody. Neste poema a seguir, fica a mensagem de como o obstáculo pode servir de estímulo, tanto para vida, quanto para a educação:

 

Desafio

 

A vida bloqueada

instiga o teimoso viajante

a abrir nova estrada.

 

Direitos sexuais – Campanha dos alunos do 9º ano de 2011

“Efetivamente, a principal tarefa da educação sexual é substituir a monótona atitude de curiosidade pelas coisas do sexo por uma atitude nova, de respeito e Inteligência”. Naumi de Vasconcelos

A amostra do trabalho dos alunos do nono ano sobre Direitos Sexuais revela um olhar novo sobre a sexualidade na vida cotidiana. As campanhas iluminaram os preconceitos e os desconhecimentos, abrindo espaço para a reflexão inteligente, sem deixar de lado o humor e a sensibilidade.

Dentre os direitos sexuais, foram destacados o direito à privacidade, à igualdade, à educação.

Clique nas imagens para ver os trabalhos.

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Conversando sobre sexo… com os pais

Maria Estela B. Zanini e Maria Helena Vilela

A conversa sobre sexo na família deveria ocorrer naturalmente e com uma freqüência adequada às necessidades de cada jovem, da mesma forma que se conversa sobre outros assuntos, como esporte, estudo ou lazer. No entanto, isso nem sempre acontece. Para muitos pais, falar sobre sexo ainda é uma dificuldade e, conseqüentemente, para os filhos, também. É um nó ainda muito bem atado por anos e anos, em que sexo era norteado por um padrão de comportamento social rígido – um tema que não se podia trazer à tona.

Hoje as circunstâncias são outras. Nos anos 60 e 70, os jovens conseguiram fazer da liberdade sexual uma bandeira e afrouxar gradativamente o nó da repressão, transformando a educação sexual, que antes era padronizada, em uma educação personalizada. E para tanto, a conversa sobre sexo em família é fundamental.

O valor dos pais

Nunca os jovens foram tão informados sobre sexo como agora. Jornais e revistas têm sempre um espaço exclusivo para o adolescente se informar sobre sexualidade. Canais de TV e emissoras de rádio investem em entrevistas com sexólogos e programas do tipo “Talking Show” (perguntas e respostas). As escolas abordam o tema em sala de aula, e se o adolescente ainda tiver dúvidas, há sites na Internet que falam dos mais variados assuntos da vida sexual. Mas, quando o adolescente não tem diálogo com os pais, toda informação não impede que o jovem ainda fique confuso e dividido diante de alguns temas, principalmente aqueles que se referem às escolhas pessoais, como por exemplo, virgindade, fidelidade, namoro. É que existe um espaço na educação sexual que só a família pode preencher – o acolhimento.

É na conversa com os pais que o jovem pode conquistar o respeito, a consideração e o abrigo para seus problemas sexuais, como também encontrar a referência de que precisa para tomar decisões. Não é à toa que as pesquisas mostram que os jovens que têm a oportunidade de conversar com os pais sobre sexo têm mais facilidade para tomar decisões assertivas como, por exemplo, prevenir-se de uma gravidez.

Início de conversa

O mais difícil é quebrar o silêncio; mas existem formas de se puxar uma conversa sem que isso gere um mal-estar ou um julgamento precipitado. Uma delas é comentar um caso ou situação divulgada na televisão ou nos jornais; outra é ler um artigo sobre o tema de sua escolha para os pais e pedir a opinião deles; ou ainda, perguntar como eles faziam para resolver determinado assunto (aquele do seu interesse) na sua adolescência. Não há nada mais gostoso para um pai ou uma mãe que perceber o interesse do(a) filho(a) pelas histórias de sua época. Assim, se você tem vontade de conversar sobre temas relacionados à sexualidade com seus pais, mas ainda não conseguiu tocar nesse assunto, estas sugestões podem ser um bom começo. Mas atenção! Inicie a conversa com temas que não levem ao constrangimento, seu ou de seus pais, e, gradativamente, à medida que perceber que há espaço, vá tornando este diálogo mais íntimo e de acordo com os seus interesses.

Conversar sobre sexualidade é uma experiência que vale a pena! Mesmo aqueles pais que os adolescentes acreditam ser “caretas”, muitas vezes, surpreendem positivamente.

Os quês e os porquês da Educação Sexual

Cândida V. Gancho e Maria Estela B. Zanini

A Educação Sexual pode ser informal ou formal. A primeira ocorre desde o nascimento, dentro da família, na escola, nos grupos sociais, bem como nas diversas mídias. É, portanto, fruto da cultura e define a visão de sexualidade e o conceito de saúde sexual, que varia no tempo e o espaço. Embora seja formadora do indivíduo, a educação sexual informal nem sempre é percebida pela consciência. Já a segunda é encarada como tarefa educativa e visa à reflexão sobre os valores associados à sexualidade, oriundos da família, da mídia, da religião.

Hoje a educação sexual formal tem por objetivo que crianças e adolescentes possam viver sua sexualidade com prazer e responsabilidade, mas nem sempre foi assim.

Do início do século XX até os anos 50, a educação sexual sofria a influência da medicina e da Igreja Católica. Era feita basicamente por meio de livros e publicações de médicos, sacerdotes e professores, destinadas aos homens, pois às mulheres não se devia falar de sexo, para garantir sua pureza. A principal preocupação nessa época eram os desvios sexuais, as perversões, a profilaxia das doenças sexualmente transmissíveis.

Só nos anos 60 e 70, a educação sexual passou a fazer parte do currículo de algumas escolas em São Paulo e no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Tinha então uma preocupação em ser menos moralista, mais democrática, que período anterior, porém era ainda de pouca abrangência.

A partir de 1996, com a criação dos Parâmetros curriculares Nacionais (PCNs), a educação sexual passou a ser reconhecida como integrante da ação educativa. Com o nome de “Orientação Sexual” propunha que a sexualidade fosse considerada do ponto de vista da saúde, mas também do prazer sexual. Seu objetivo principal é propiciar informações atualizadas do ponto de vista científico e promover o debate sobre os valores e comportamentos sexuais existentes na sociedade, de modo que o aluno possa desenvolver atitudes coerentes com os valores que ele próprio eleger como seus.

Embora a proposta de educação sexual dos PCNs seja indicativa para todas as escolas, convivem hoje modelos diversos:

Educação sexual religiosa (tradicional ou libertadora): é basicamente cristã, vincula sexo ao amor e à procriação. No caso da educação religiosa emancipatória, prega, como a outra, a obediência às normas religiosas, mas permite uma adaptação às modificações.

Educação sexual médica: relaciona sexualidade à díade saúde-doença e valoriza o fornecimento de informações científicas.

Educação sexual “pedagógica”: (que permeia os PCNs), defende que a sexualidade deve ser inserida no processo de ensino-aprendizagem .

Educação sexual política: encara a educação sexual como um meio de transformação social, portanto trabalha as questões de poder e discriminação que envolvem o exercício da sexualidade.

No trabalho de CPG, a Educação Sexual, alinhada com os PCNs, procura ser inclusiva, isto é, respeitar princípios religiosos e familiares, apresentar informações científicas atualizadas e propor uma reflexão ampla sobre o tema.

Referência: Formação de educadores sexuais, Mary Neide Damico Figueiró, Editora Mercado de Letras, de Campinas e EDUEL, Editora da Universidade Estadual de Londrina.

A sexualidade no túnel do tempo

O mundo mudou muito nos últimos sessenta anos! Os jovens que “ficam” e namoram com liberdade nem imaginam como eram os tempos da vovó. Nos anos 50, chamados anos dourados, a distinção entre os papéis masculino e feminino era bem nítida: o homem era o chefe da casa e a mulher lhe devia respeito e obediência. Na família modelo dessa época, o homem sustentava o lar e a mulher se ocupava com os cuidados da casa e dos filhos. De acordo com esse modelo, as características próprias da feminilidade eram o instinto materno, a pureza, a resignação e a doçura. Em relação ao exercício da sexualidade, a moral favorecia as experiências masculinas e restringia as femininas ao casamento.

Ser mãe, esposa e dona de casa era considerado o destino natural das mulheres, por isso, desde cedo, a menina era educada para as prendas domésticas.

As revistas da época classificavam as jovens em duas categorias: moças de família e moças levianas. As primeiras tinham respeito social, a possibilidade de se casar e tornar-se a “rainha do lar”; as segundas eram alvo do desprezo social, que as considerava quase prostitutas.

As moças de família deviam se comportar bem para não ficarem “mal faladas”: respeitar os pais, preparar-se para o casamento e preservar sua virgindade. É claro que, para se casar, precisavam namorar, mas sempre “dando-se ao respeito”, isto é, controlando-se para não ceder ao desejo do namorado. Desse modo a educação feminina tinha ênfase no autocontrole, na capacidade de distinguir o certo e o errado que eram bem claros na vida social. A máxima da época era a seguinte: o que se oferece, não tem valor.

As levianas eram aquelas que os rapazes namoravam, mas com quem não casavam. As moças não virgens, que pretendiam casar, ou pelo menos conservar o respeito social, procuravam manter sua condição em segredo.

O namoro era considerado etapa preparatória para o noivado e o casamento. Embora a escolha matrimonial não coubesse mais aos pais, estes tinham muita influência sobre os namorados, aprovando, fiscalizando e controlando o tipo de namoro. O noivado era um compromisso formal com o matrimônio, um período de preparativos para a vida de casados. Os rapazes compravam a casa, os móveis e as moças preparavam o enxoval. Mesmo durante o noivado, as relações sexuais eram interditadas, uma vez que a noiva deveria manter sua virgindade até a noite de núpcias. No entanto, a sociedade “permitia” ao noivo que tivesse aventuras sexuais com outras, que eram as “levianas”.
De lá para cá, muita coisa mudou: as mulheres passaram a trabalhar fora de casa, houve uma revolução sexual e de costumes, o feminismo questionou os papeis tradicionais de homens e mulheres. Mas parece que ainda restam vestígios daquele tempo! Ainda é comum ouvirmos que uma menina é de família e a outra… (bem, os nomes mudaram, mas o sentido é o mesmo). Ainda se vê de maneira preconceituosa a garota que assume sua sexualidade e carrega, por exemplo, uma camisinha na bolsa.

É tempo de repensar os papeis de homens e mulheres, afinal o mundo mudou: surgiram o computador, o celular, a internet… E com eles relações mais livres de preconceitos e mais baseadas no afeto.

O amor e a amizade

O ano de 2011 começa com novidades: o Sex Tips está mudando. A idéia é transformá-lo em um blog, bastante interativo, com assuntos mais variados, sempre de interesse dos adolescentes. Para dar início a essa nova fase, a equipe de CPG, responsável por este serviço, publica um primeiro texto que expressa muito da filosofia do nosso trabalho: o valor humano dos sentimentos para a vida e para os relacionamentos. Assim, apresentamos um texto sensível do poeta e ensaísta Octavio Paz sobre o amor e a amizade. Mais que gostar ou não do texto, esperamos que os leitores dialoguem com ele. Afinal qual é o valor que têm amizade e amor em nossas vidas? O que distingue os dois sentimentos? O que os aproxima? Desejamos a todos uma ótima leitura.

O amor e a amizade

Já se comparou, muitas vezes, o amor e a amizade, algumas vezes como sentimentos complementares, outras, como opostos. Se esquecermos a atração física, as semelhanças entre amor e amizade são óbvias. Ambos são afetos eleitos livremente, não impostos pela lei social ou pelo costume, e ambos são relações interpessoais. A escolha e a exclusividade são condições comuns para o amor e para a amizade.

No entanto podemos estar apaixonados por uma pessoa que não nos ame, mas a amizade sem reciprocidade é impossível. Outra diferença: a amizade não nasce “à primeira vista” como o amor, mas de um sentimento mais complexo: afinidade de idéias, emoções e interesses.

No começo do amor, há a surpresa, a descoberta da outra pessoa, a quem nos ligamos por indefinível atração física e espiritual, mesmo que ela pertença a outro mundo diferente no nosso. Já a amizade nasce da vida em comunidade. A simpatia é resultado da afinidade. O relacionamento transforma a simpatia em amizade.

O amor nasce de uma “flechada”; a amizade, do intercâmbio frequente e prolongado. Enfim, o amor é espontâneo. A amizade exige tempo.

Para muitos, a amizade é superior ao amor, considerada uma virtude, a coisa mais necessária da vida. O certo é que a amizade está menos sujeita que o amor às mudanças inesperadas.

O amor se apresenta quase sempre como ruptura ou transgressão da ordem social; é um desafio aos costumes e às instituições da comunidade. É uma paixão que, ao unir os amantes, separa-os da sociedade. Uma república de apaixonados seria ingovernável; o ideal político de uma sociedade civilizada – nunca realizado – seria uma república de amigos.

A primeira característica fundamental do amor é a exclusividade, que requer reciprocidade, a concordância do outro, sua escolha livre. Assim é que o amor se funda essencialmente sobre a liberdade. Sem liberdade, não há amor. Paradoxalmente, o amor seria atração involuntária por uma única pessoa e a aceitação voluntária dessa atração.

O amor é composto de opostos que não se podem separar, que vivem em constante conflito e união. Apesar de contraditório, o amor é uma das respostas que o ser humano inventou para encarar a morte. Por causa do amor, superamos a passagem do tempo. Mais que felicidade ou infelicidade, o amor é intensidade. Ainda que não seja eternidade, é vida, o momento em que se abrem as portas do tempo e do espaço e aquilo que é dois se transforma em um.

FONTE: Texto adaptado do livro “A dupla chama” de Octavio Paz.

Amor de férias… sobe a serra?

Maria Helena Vilela

“No verão passado, eu fiquei com um garoto e me apaixonei. Mas quando as férias acabaram, ele nem parecia mais o mesmo, a gente mal se falou e eu sofri muito. O que posso fazer para encontrar um amor de verdade nestas férias?”
(Usuária Sextips)

As férias de verão são bastante agitadas. Tudo é vivido de um jeito muito intenso e cada momento se torna precioso, carregado de muita expectativa. A escolha da maioria dos jovens é a praia, onde se usa pouca roupa e se expõem corpos bronzeados. Entre as pessoas, há aquelas dispostas a enfrentar desafios; há os que querem apenas conhecer pessoas; há ainda aquelas que desejam viver experiências diferentes e testar sua capacidade de sedução. Mas também há quem saia de casa nas férias, em busca de um grande amor… As férias de verão geram um clima propício ao encontro! O gostoso é ficar à toa nos braços de alguém e se divertir bastante!!!

Quando o encontro acontece

O namoro de férias pode ser uma delícia! Um momento especial, sem briguinhas ou cobranças, quando tudo é novidade e o que não falta é tempo e programação para um curtir o outro. Afinal é tempo de férias e ninguém parece ter nada a perder. Será?!

O clima envolvente das férias, misturado com a paixão, às vezes, é traiçoeiro.

Nesse cenário descontraído e sem as pressões do dia a dia, é comum as pessoas serem mais sedutoras ou até incapazes de se mostrar como realmente são. No entanto, estar em férias e apaixonado não pode anular quem se é e o que se deseja da vida. Sempre há o que perder, quando não se respeitam valores e limites. É preciso estar atento à prevenção de gravidez e das DST/Aids, lembrando que a camisinha e a pílula são duas grandes aliadas na prevenção.

Fim de férias… E agora?

A hora mais terrível das férias é a hora de dizer adeus. Em geral, o romance de férias tem hora e data para acabar, já que muitos moram em cidades diferentes, ou mesmo que morem na mesma cidade, é pouca a chance de vingarem os sentimentos que atraíram o casal, e a paixão se tornar, de fato, amor.
Amor e paixão são dois sentimentos importantes, porém, diferentes. A paixão é cega, uma empolgação com tempo marcado para acabar. Já o amor ilumina todas as coisas, é um envolvimento que constrói a alegria de se estar junto e compartilhar os desejos e as conquistas pessoais e profissionais.

Para o amor de férias “subir a serra”, tornar-se amor de verdade, é preciso haver coincidência de interesses. Portanto, o melhor a fazer é ser autêntico, espontâneo, sustentar as próprias opiniões e respeitar seus limites. Isso pode não agradar a todo mundo, mas há uma grande chance de atrair aquela pessoa realmente interessada, que compartilha os mesmos gostos, pensamentos e interesses.

Manter um pé na realidade durante as férias não faz nenhum mal, e, ao contrário do que muitos pensam, pode fazer toda diferença na qualidade das férias e do romance que possa acontecer.

Boas férias e um ótimo 2011!