Teens, Mídias Sociais e Tecnologia – 2015

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Pew Research Center divulgou uma nova pesquisa sobre o uso das mídias sociais e da tecnologia pelos jovens. Ela traz uma visão geral sobre o uso das mídias sociais e da tecnologia pelos adolescentes em 2015.
A principal conclusão é de que o advento dos smartphones e outros dispositivos móveis amplificou a presença online dos adolescentes. Segundo os pesquisadores, 24% deles estão online “quase constantemente” e 92% estão conectados diariamente.
Entre os de 13 e 17 anos, 56% afirmaram navegar na internet a partir dos “mobile devices” várias vezes ao dia, 12%, uma vez por dia.
Esses dados surgem de um universo onde cerca três quartos possuem “telefones inteligentes”, 30% ainda usam modelos básicos e 12% dizem não ter celular.

Outros dados:
O Facebook ainda é o preferido de 71% dos adolescentes.

Instagram e o Snapchat cresceram, mas ainda não superaram a rede social do Sr. Zuckerberg no uso frequente.

Entre jovens mais ricos a rede social de mais sucesso é o Snapchat

Garotas dominam as mídias sociais focadas em imagens, os garotos os vídeo games.

Veja mais detalhes da pesquisa aqui.

Em tempo: Dois anos atrás, uma outra pesquisa analisou como os jovens lidavam com a privacidade online.


Beber pesado e danos cerebrais

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A dica veio do The Prevention Hub e do Science Daily.
Um estudo realizado com animais indicou que o beber pesado durante a adolescência pode levar a mudanças cerebrais importantes além de causar déficits de memória.
O estudo publicado The Journal of Neuroscience constatou
que, mesmo na idade adulta, os ratos que receberam acesso diário ao álcool durante a adolescência tinham reduzido os níveis de mielina – o revestimento gorduroso das fibras nervosas que acelera a transmissão de sinais elétricos entre os neurônios.
Clique na imagem abaixo para ler o resumo.
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“Contato constante dos pais com os filhos pode evitar que eles se envolvam com álcool e drogas”

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Dra. Ilana Pinsky

Entrevista na Rádio CBN com Ilana Pinsky, psicóloga formada pela USP, doutora em Psicologia Médica pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutora pelo Robert Wood Johnson Medical School, nos EUA.
Ilana é co-autora do livro “Álcool e drogas na adolescência: um guia para pais e educadores da Editora Contexto.

Você ouve a entrevista aqui.

 

 

 

 

Álcool e drogas na adolescência: Um guia para pais e professores

A equipe de CPG através de sua coordenadora Maria Estela B. Zanini e do professor Cesar Pazinatto participaram da elaboração do livro “Álcool e drogas na adolescência: Um guia para pais e professores”.

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Cesar é co-autor com a Dra. Ilana Pinsky, psicóloga especialista em adolescentes. Estela como colaboradora detalhou algumas atividades desenvolvidas pela equipe de CPG durante as aulas.
O lançamento ocorrerá no dia 16 de outubro a partir das 18h30 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional na Av. Paulista.

Clique aqui para ver o convite eletrônico

 

 

Álcool x Maconha: Qual é mais perigoso para os jovens?

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Os defensores da liberação da maconha costumam argumentar, entre outras coisas, que os efeitos da Cannabis não são mais prejudiciais do que os do álcool. O debate é intenso e, provavelmente, sem data para terminar. Uma pesquisa da Universidade de Nova York faz um interessante comparativo entre as duas substâncias e tenta ajudar nessa discussão.
Entre outras coisas o estudo descobriu que, para alunos do ensino médio, o consumo de álcool levou ao beber e dirigir e ao comprometimento nas relações entre colegas, Por sua vez o consumo de maconha afetou o relacionamento com professores, orientadores e também o desempenho acadêmico.
Clicando na imagem abaixo você tem acesso ao artigo completo. Está aberto até o dia 30 de setembro. Depois disso entre em contato que  disponibilizamos por e-mail.
Journal Reference:Joseph J. Palamar, Michael Fenstermaker,  Dimita Kamboukos, Danielle C. Ompad, Charles M. Cleland, Michael Weitzman.  Adverse psychosocial outcomes associated with drug use among US high school seniors: a comparison of alcohol and marijuana.  The American Journal of Drug and Alcohol Abuse, 2014; 1 DOI: 10.3109/00952990.2014.943371

Journal Reference:Joseph J. Palamar, Michael Fenstermaker,
Dimita Kamboukos, Danielle C. Ompad, Charles M. Cleland, Michael Weitzman.
Adverse psychosocial outcomes associated with drug use among US high school seniors: a comparison of alcohol and marijuana.
The American Journal of Drug and Alcohol Abuse, 2014; 1 DOI: 10.3109/00952990.2014.943371

Equipe CPG

Praticar esportes reduz o risco de consumo de álcool entre os jovens

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Adolescentes que praticam exercícios regularmente têm menor probabilidade de se envolver no consumo abusivo de bebida alcoólica. O estudo comparou os níveis de exercício e o comportamento de beber de dois diferentes grupos de adolescentes: adultos jovens que, ou foram expulsos da escola ou se envolveram em atividades criminosas e um grupo de não-infratores. Os primeiros eram menos propensos a participar de esportes coletivos e abusavam do consumo de álcool. Os jovens adultos que começaram a práticar de esportes durante o estudo relataram beber menos. Este estudo destaca a importância de programas de prevenção e intervenção que incorporem a atividade física. 

A dica veio do Prevention Hub.

Fumar pode ser bem caro. Ainda duvida?

Anti-smoking posters being issued by the FDA

A dica veio através do Feedly e do brandchannel

O material é da campanha “The Real Cost” desenvolvida pelo FDA(Food and Drug Administration) dos Estados Unidos.

Adota a estratégia do terror para alertar os jovens sobre os riscos e, obviamente, os custos de fumar. Porém, não é possível descartar sua criatividade. Principalmente no desenvolvimento do site, muito bacana e repleto de dados sobre o hábito de fumar e na integração com as redes sociais.

Nos links você pode obter mais informações e abaixo, você assiste os vídeos.

http://youtu.be/a_M9tTwLb9A

Projeto “Álbum de família”

família

Sua mãe e eu,

Seu irmão e eu,

E os pais da sua mãe (…)

Lhe damos as boas vindas,

boas vindas…

(Boas vindas, Caetano Veloso)

Durante o primeiro bimestre deste ano, os alunos dos 7os anos do Colégio Bandeirantes participaram do Projeto “Álbum de família” que lhes apresentava um desafio: definir e compreender o conceito de família, assim como perceber a sua diversidade de tipos. O projeto desenvolvido também visava ajudar os alunos a perceber as influências positivas da família na formação da sua personalidade e a reconhecer-se como um dos seus membros influentes. O objetivo final foi a elaboração do “Álbum de Família” com registros e impressões pessoais dos alunos sobre o conceito trabalhado.

Como inicio do projeto, foram selecionadas letras de músicas que apresentam de forma diferenciada o tema “família”: Eu (Paulo Tatit), Boas vindas (Caetano Veloso) e Família (Titãs). Os estudantes puderam perceber a existência de diferentes formações familiares e iniciar o processo individual de identificação com a sua família. Em um segundo momento, resgataram a historia da sua origem e construíram a sua árvore genealógica.

Já nas aulas de Laboratório de Espanhol, em uma parceria interdisciplinar, realizaram oralmente a apresentação “Mi persona especial”, com a descrição e o reconhecimento da importância na sua vida de um parente escolhido por eles. Esta atividade também está presente por escrito no “Álbum de família”. Para finalizar, após assistirem a diferentes trechos de animações, cujos temas se referem à importância da família e à definição de seu conceito, os alunos chegaram às suas próprias definições e também as registraram por escrito.

Alguns exemplos das atividades desenvolvidas estão abaixo.

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Adolescentes, mídias sociais e privacidade

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Reproduzimos aqui mais uma interessante pesquisa do Pew Research Center ligado a Universidade de Harvard.

No projeto Pew Internet & American Life, eles têm se especializado em divulgar estudos que mostram e avaliam o comportamento das pessoas no mundo virtual. Assinando a newsletter você recebe informações assim que sai um novo.

Em novembro do ano passado eles publicaram Parents, Teens, and Online Privacy que pode ajudar muito aos pais que ainda resistem em acompanhar a vida online dos filhos, por desinteresse ou desconhecimento.

A última, intitulada “Teens, Social Media, and Privacy”, foi conduzida por Mary Madden e sua equipe e traz um panorama muito interessante da relação entre os jovens e as redes sociais.

As duas mostram a realidade americana, mas em termos de presença online, uma situação muito parecida com a nossa.

Entre julho e setembro de 2012, por telefone fixo e celular, foram ouvidos 802 adolescentes entre 12 e 17 anos e o mesmo número de pais. Grupos focais com jovens no início de 2013 ajudaram a reforçar alguns achados da pesquisa.

Talvez sem muita novidade – principalmente para quem convive com adolescentes – descobriu-se que os jovens compartilham muito mais informações hoje do que em 2006, ano do primeiro estudo sobre esse assunto desenvolvido pelo mesmo grupo.

Mais da metade dos usuários do Facebook ouvidos pelos pesquisadores mantêm seu perfil privado, permitindo apenas a visualização dos amigos. Além disso, têm extrema confiança nas suas habilidades em manejar as configurações de privacidade.

Apenas 8% dos jovens pesquisados descreveram esse processo como “muito difícil”.

Outras informações valem o destaque:

  • 91% compartilham a própria foto. Em 2006, 79% faziam a mesma coisa.
  • 71% divulgam o nome da escola e a cidade onde vivem.
  • 53% informam o e-mail pessoal.
  • 20% não se importam em divulgar o próprio número de telefone celular. 2% faziam isso no estudo desenvolvido 7 anos antes.
  • Em média os adolescentes possuem 300 amigos no Facebook e 79 seguidores no Twitter.
  • 70% das garotas mantêm seu perfil privado, contra 50% dos garotos.
  • 20% dos garotos têm um perfil completamente público. Entre as garotas apenas 8% têm esse hábito.
  • Apenas 9% dos entrevistados demonstram preocupação com informações pessoais compartilhadas com amigos dos amigos.
  • Um em cada seis jovens que estão online disseram ter recebido pedidos de contato de pessoas desconhecidas.
  • Um em cada três foi exposto a uma propaganda inadequada para sua idade quando está online.

Abaixo você pode ver alguns gráficos com resultados da pesquisa.

Aqui você acessa o relatório completo.

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